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MEC aprova curso de Medicina em Pato Branco

Município atendeu todos os critérios determinados pelo MEC e está entre as 39 cidades do país aptas para receber a graduação

 

Pato Branco está entre os 39 municípios brasileiros contemplados com o curso de Medicina. A confirmação feita pelo Ministério da Educação (MEC) aconteceu nesta quinta-feira (04), em Brasília.O prefeito Augustinho Zucchi, autoridades e lideranças de Pato Branco e região Sudoeste acompanharam o anúncio, no gabinete municipal.

O prefeito Zucchi ressaltou que a implantação do curso de medicina, além de ser uma conquista histórica, contribuirá no desenvolvimento de Pato Branco e região. “Agradeço a todos que nos ajudaram a conquistar essa vitória. Hoje é um dia feliz para a população de Pato Branco e para o Sudoeste do Paraná. A história da saúde e da educação inicia um novo momento, que contribuirá no desenvolvimento do polo regional que somos nessas duas áreas essenciais”, salientou Zucchi.

O resultado significa que Pato Branco cumpriu todos os requisitos das etapas de credenciamento, que avaliaram diversos aspectos da cidade, entre eles a relevância social da graduação, bem como a qualidade dos serviços de saúde ofertados no Município e a estrutura disponível para receber o curso. O prefeito de Coronel Vivida, Frank Schiavini, que somou-se ao processo para a instalação do curso, com a estrutura de leitos disponíveis no Município, também acompanhou o anúncio.

Outra questão avaliada foi o plano da gestão municipal para melhorar e ampliar as condições de saúde pública existentes no Município.  O prefeito Zucchi enfatizou que Pato Branco está preparado para receber o curso de Medicina, o que resulta de um conjunto de ações desenvolvidas e intensificadas desde o início de 2013.

“Desde o ano passado, contratamos 140 funcionários para a saúde. Passamos de 33% para 77% de cobertura das Equipes de Estratégia, Saúde da Família, com 17 equipes atuando no Município. Além disso, estamos construindo 4 postos de saúde e pagamos a dívida histórica de mais R$ 7 milhões com os hospitais da cidade. Assumimos esse compromisso e continuaremos fazendo o que for preciso para que o curso de Medicina seja instalado o mais breve possível”, afirmou Zucchi.

Agora, um novo edital avaliará a estrutura física e pedagógica ofertada pela Faculdade de Pato Branco (Fadep), conforme explicou o diretor-geral da instituição, Eliseu Miguel Bertelli. “Trabalhamos para receber o curso desde 2006. Agora, a Fadep vai apresentar as suas condições de infraestrutura e a proposta pedagógica para oferta da graduação em Medicina. Nós temos tudo pronto e estamos aptos, inclusive, pra iniciar as aulas em fevereiro de 2015, se assim o MEC determinar”, destacou Eliseu.

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), do Ministério da Educação, informou que além de Pato Branco, somente outros três municípios paranaenses estão aptos a receber o curso de Medicina: Guarapuava, Campo Mourão e Umuarama. Ao todo, 154 cidades do Brasil ingressaram no processo de avaliação.

Ensino de qualidade

“O Mais Médicos prevê que o Brasil passe a ter mais cursos de medicina. O nosso objetivo é ofertar cursos de qualidade, para isso precisamos de planejamento e é o que estamos fazendo com esse edital para novos cursos. Estamos invertendo o processo que era feito antes. Agora, primeiro definimos quais as regiões devem receber, para que a estrutura seja preparada e receba o ensino de qualidade”, afirmou o ministro da educação, Henrique Paim.

As oportunidades de formação em Medicina que serão criadas fazem parte das ações estruturantes da saúde. Na seleção das 39 cidades, o Ministério da Educação levou em conta a necessidade social do curso, a estrutura da rede de saúde para realização das atividades práticas e a capacidade para abertura de programa de residência médica. Os municípios que passaram pela avaliação de uma comissão de especialistas estão em regiões metropolitanas e no interior, e nenhum deles é capital.  As instituições de ensino superior que assumirem a responsabilidade de abrir os cursos devem realizar investimentos na rede de saúde – os valores aplicados são, inclusive, critério para a seleção das IES –, além de implantar programa de residência médica de modo a garantir a especialização dos profissionais após o término da graduação.

 

 

 

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