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Município acompanha famílias que residem em conjuntos habitacionais


Pato Branco possui 538 famílias residindo em dez conjuntos habitacionais. Trabalho de acompanhamento, que é permanente, é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social

Na noite desta quarta-feira, dia 22, no CRAS do Bairro Sudoeste, aconteceu mais um encontro promovido pelo Município, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, com as famílias que residem nos conjuntos habitacionais existentes em Pato Branco. Desta vez, o público-alvo foi composto por moradores do Conjunto Habitacional Sloboda, situado no Bairro São Roque.

Os encontros, que acontecem mensalmente, têm o objetivo de manter o vínculo entre o poder público e as famílias beneficiárias dos programas habitacionais realizados pela municipalidade. “Através de informações e orientações com temas levantados pelas próprias famílias, buscamos o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento social das mesmas”, destaca o diretor de Habitação da Prefeitura de Pato Branco, Paulo Centenaro.

O Município deve realizar o acompanhamento dos conjuntos habitacionais por um período de 10 anos, acompanhando as famílias em suas necessidades, bem como executando a fiscalização quanto ao cumprimento dos contratos firmados junto à Caixa Econômica Federal.

Em Pato Branco, esse acompanhamento está sendo feito através de reuniões e visitas domiciliares em todos os conjuntos. “Trabalhamos com as particularidades de cada conjunto habitacional, abordando temas de cidadania, meio ambiente, convívio com os vizinhos, limpeza e cuidado, descarte, respeito, entre outros assuntos. Juntamente, abrimos o espaço de discussão para que levantem suas necessidades e as dificuldades de onde vivem”, pontua a secretária municipal de Assistência Social, Anne Cristine Gomes da Silva Cavali.

Moradia de qualidade: uma nova vida

Pato Branco possui 538 famílias residindo em dez conjuntos habitacionais, são eles: Lago Azul, Vila São Pedro, Sloboda, São Roque do Chopim, Nossa Terra I, Nossa Terra II, Boa Esperança, Santa Fé, Vila Brasil e Nova Esperança.  Para Anne, esse acompanhamento contribui significativamente para a qualidade de vida das famílias, que residiam em áreas de risco.

“Esse trabalho tem contribuído para a resolução de dúvidas ainda existentes entre os beneficiários quanto aos conjuntos habitacionais, bem como proporciona discussões nas mais diversas áreas e políticas públicas que sejam necessárias ao convívio e bem-estar social nos conjuntos. Estamos, sobretudo, fortalecendo o convívio entre os moradores e suas famílias”, reforça a secretária.

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